agora existe um terreno aplanado, vazio. Olhava-o e imaginava o jardim selvagem de O Crime do Padre Mouret, as plantas no seu estado natural. Conheci as papoilas mal chegaram, na Primavera. As vermelhas, as rosa, as lilazes, todas, todas, entre malmequeres brancos e amarelos. E as ervas altas a fazerem conjunto.
Um dia, a máquina tomou conta de tudo, destruíu o jardim selvagem. O terreno espera não sei bem o quê mas estou certa: é em vão que aguardará o regresso das papoilas. Percebi que escaparam duas nem sei como, esta manhã também percebi que se tinham mudado. Na curva, avista-se apenas o Tejo e os moinhos, cansados, na colina.
Um dia, a máquina tomou conta de tudo, destruíu o jardim selvagem. O terreno espera não sei bem o quê mas estou certa: é em vão que aguardará o regresso das papoilas. Percebi que escaparam duas nem sei como, esta manhã também percebi que se tinham mudado. Na curva, avista-se apenas o Tejo e os moinhos, cansados, na colina.
